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Agito Cultural Zona Norte
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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Em plena comemoração dos 450 anos de Willian Shakespeare - Sergio Santoian o Homenageia com Ophelia Project




Queridos leitores do nosso blog, A Cultura da Zona Norte, aqui vocês verão com exclusividade, um pouco do resultado da homenagem poética, doce, fugaz e audaciosa. que o fotografo Sergio Santoian fez para a comemoração dos 450 anos de Shakespeare.


Sergio hoje mora no Rio de Janeiro, nascido em 18 de novembro de 1984, regido por Marte e pela deusa egípcia Hathor, deusa do amor. A arte do Sergio apresenta muito bem seus predicados como artista e sua sagacidade, além de fotografar grandes celebridades como Ney Matogrosso, Miguel Falaballa entre outros artistas, o projeto vai virar livro e vocês podem fomentar o livro, há uma vaquinha eletrônica que nossos leitores poderão patrocinar o livro:


Vejam algumas fotos incríveis do Sergio Santoian:

O Projeto que  homenageia os 450 anos do William Shakespeare, possui uma poesia na arte de eternizar instantes, que deixa o seu espectador embasbacado com tamanha beleza e doçura em cada uma das personagens fotografadas para o Ophelia Project ...





“Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos.” – Ansel Adams










“A beleza pode ser vista em todas as coisas, ver e compor a beleza é o que separa a simples imagem da fotografia” – Matt Hardy



 Segundo o pensamento de Ansel Adams, estamos certos que o Sergio, não apenas usa sua máquina, ele sim leu muitos bons livros, assistiu muitos bons filmes, ouve muitas boas músicas e sim ama demais as pessoas, está o resultado disso em suas fotos incríveis, vê-las causa em mim como apreciador e espectador a vontade imensa de também ser eternizado por ele em sua lente.


"O Sergio visualiza e compoe fotos realmente incríveis"
Pedro Zacarias


Você não captura uma fotografia, você a faz” – Ansel Adams
 


 "A primeira descrição de algo parecido com uma máquina fotográfica foi escrita por um árabe, Alhaken de Basora, que viveu há aproximadamente 1000 anos. Ele descobriu como se formavam as imagens no interior de sua tenda quando a luz do sol passava pelas frestas do tecido. Assim foram relatados os princípios do que viria a ser a câmera fotográfica".
 Após 1.000 anos até chegarmos ao Sergio em 2014, a fotografia e a arte de etrenizar miléssimos de segundos passou por grandes transformações e tipos de equipamentos ...
Hoje temos muito a contar dessa história dos antepassados alquimistas que trabalharam com a poesia de eternizar momentos e por conta deles temos um artistas da grandeza do Santoian, para nos brindar com a delicadeza de seu click.

"Câmera significa pequeno quarto. Mais tarde, a câmera escura, quando não existia a fotografia, era um artifício empregado para conseguir imagens projetadas desde o exterior e cujas siluetas eram desenhadas na referida câmera escura. Sua existência é conhecida desde o século XVI, quando artistas como Leonardo Da Vinci e outros pintores a usavam para desenhar".






Hoje é certo afirmar que da "câmara escura", Sérgio extrai verdadeiras obras primas para o Ophelia Project.






"No século XVII, as câmeras escuras deixam de ser grandes e passaram a ser móveis, desmontáveis e semiportáteis. Desenhar com luz, este, na verdade, era a utilidade destes objetos, por isso o significado etimológico das palavras gregas: foto (luz) e grafein (desenhar).
Os irmãos franceses Jean Niceforo e Claude Niepce são os primeiros a relacionar a imagem realizada com luz e uma câmera escura. Mas eles não foram os únicos investigadores desta atividade, em que pese que foram os únicos a chegar ao fim de esta prática".
No Ophelia, ele não nos presenteia apenas com imagens congeladas, são verdadeiros desenhos com a luz da substância mais profunda das personagens Shakespeareanas, o que a de mais humano e inerente a nós espectadores, os desenhos nos tocam com suas dores, anceios, delicadezas, delirios, dores e prazeres, sonhos e seus desejos. 
"Dormir, dormir ... Talvez sonhar..."
(Hamlet, W. Shakespeare)
“Não sujes a fonte onde aplacaste tua sede.”
E por aqui na terra Brasilis graças ao francês Hercule Florence (1804 - 1879). Entre 1840 e 1860, o recurso fotográfico difunde-se pelo país. Os nomes de  Victor Frond (1821 - 1881), Marc Ferrez (1843 - 1923), Augusto Malta (1864 - 1957), Militão Augusto de Azevedo (1837 - 1905) eJosé Christiano Júnior (18-- - 1902) se destacam como pioneiros da fotografia entre nós. Ainda muito no escopo documental eles são os alquimistas precusores da fotografia até ela chegar no Santoian de forma brilhante.






"Duvida da luz dos astros, De que o sol tenha calor, Duvida até da verdade, Mas confia em meu amor".
       (Willian Shakespeare)

                                                             
“Nem palavras duras e olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas têm espinhos e, no entanto, colhem-se.”  





"É melhor ser rei de teu silêncio do que escravo de tuas palavras.”
   




“Se não recordas a mais ligeira loucura que o amor te fez cometer, não amaste.” 




“Ser ou nao ser? Eis a questão.”
“A raiva é um veneno que bebemos esperando que os outros morram.” 
W. Shakespeare




“Um homem que não se alimenta de seus sonhos, envelhece cedo.” 





“Dê a todas pessoas seus ouvidos, mas a poucas a sua voz.” 







“Qualquer um pode dominar um sofrimento, exceto o que o sente.” 




“O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos.”




                                    
“Se eu pudesse descrever a beleza dos teus olhos e enumerar teus atributos em épocas vindouras... diriam: o poeta mente! A Terra jamais foi acariciada por tal toque divino.” 
“Não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.” 






“Aprendi que as oportunidades nunca 
são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.” 









“Aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...” 






“Se a música é o alimento do amor não parem de tocar. Dêem-me música em excesso; tanta que, depois de saciar, mate de náusea o apetite.” 




“Se quisesses saber como vivem os peixes no mar, é como os homens na terra: os grandes comem aos pequenos.” 




"Há algo de podre no reino da dinamarca". 
        (Hamlet, W. Shakespeare)













 “Atiramos o passado ao abismo, mas não nos inclinamos para ver se está bem morto.” 




“Considero o mundo por aquilo que ele é, Graciano: / Um palco em que cada um deve recitar um papel, / e o meu é um papel triste.” 








“Nossas Duvidas São Traidoras e nos fazem perder oque seria nosso pelo simples medo de Tentar” 



“A coragem cresce com a ocasião.” 




“A vida é enfadonha como uma história contada duas vezes.” 





/



“Um fogo devora um outro fogo. Uma dor de angústia cura-se com outra.” 
Hamlet
Autor: Willian Shakespeare

Hamlet é uma das peças de teatro mais famosas de Shakespeare. Foi escrita entre 1600 e 1602 e impressa pela primeira vez em 1603.


Para Hamlet a existência tornara-se insuportável desde que o espectro do seu pai recentemente morto apareceu-lhe numa noite assombrada no alto da torre do castelo. O fantasma, tétrico, reclamava desforra. Contou ao filho que um crime ignominioso o vitimara. Seu próprio irmão, o rei Cláudio, o matara. Atordoou-se o príncipe. Seu lar abrigava a traição e a maldade! A serpente acoitara-se na sua própria família. O mundo era injusto. O assassino, seu tio, não só usurpara o trono como arrastara sua mãe, a rainha Gertrudes, para um casamento feito às pressas, onde, suprema ignomia, serviram-se ;-os manjares; que, um pouco antes, ainda mal esfriados, tinham sido oferecidos -;na refeição fúnebre. Algo deveria ser feito. Faltava porém a Hamlet o talento para a ação. O máximo que conseguiu de imediato, além de aferrar-se ao luto e ao mau humor, foi entregar-se especulativamente à vingança.

A Mais bem sucedida da História

Hamlet é certamente a mais bem-sucedida história de vingança levada aos palcos. Ela, desde o início, coloca o público ao lado do jovem príncipe porque o ato da vingança, que Francis Bacon definiu como uma - forma selvagem de fazer justiça, sempre seduziu o a todos. Hamlet sente-se pois um reparador de uma injustiça, um homem com uma missão. A ela irá dedicar todos os momentos da sua vida, mesmo que tenha que sacrificar seu amor por Ofélia e ainda ter que tirar a vida de outras pessoas. Talvez seja essa obsessão, essa monomania que toma conta dele desde as primeiras cenas do primeiro ato, que eletrize os espectadores e faça com que eles literalmente bebam todas as palavras do príncipe vingador -; Hamlet é o personagem que mais fala na obra de Shakespeare, recita 1.507 linhas.

“As paixões ensinaram a razão aos homens.” 






“todos nos choramos ao nascer,por que chegamos a este imenso cenario de dementes” 



 “Você não fotografa com sua máquina. Você fotografa com toda sua cultura.” – Sebastião Slagado





Toda a cultura do Sergio está explicita nesse ensaio fabuloso que desnuda a alma humana e a alma do próprio Shakespeare e seus personagens.






                             




“Os que muito falam, pouco fazem de bom.” 


“Somos do mesmo material do que se tecem os sonhos, nossa pequena vida está rodeada de sonhos.” 





“O Amor nao é considerado um erro ,mas sim algo inevitavel.Por que se existe alguem que passou na vida e nao amou ,nao viveu só passou.” 







“Um homem nunca está liquidado até ser enforcado.” 



“A verdade é que no céu e na terra há mais coisas do que aquelas com que pode sonhar a nossa vã filosofia” 




“Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.” 


“Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente.”






“Razões fortes originam ações fortes.” 





“O louco, o amoroso e o poeta estão recheados de imaginação.” 








“Não basta apenas soerguer os fracos; devemos ampará-los depois.”













“A mágoa altera as estações e as horas de repouso, fazendo da noite dia e do dia noite.”


  “O escritor e o fotógrafo utilizam as mesmas ferramentas, mas enquanto um descreve uma imagem com mil palavras o outro descreve mil palavras com uma imagem.” – Jefferson Luiz Maleski










“O amor dos jovens não está no coração, mas nos olhos.” 




“Meus olhos viraram pintores, e com isso esboçaram a beleza de tuas formas nas telas do meu coração” 




“Se fazer fosse tão fácil quanto saber o que seria bom fazer, as capelas seriam igrejas, e as choupanas dos pobres, palácios de príncipes.” 
“Eu aprendi que para se crescer como pessoa é preciso me cercar de gente mais inteligente do que eu.” 
Miguel Falabella p/ Ségio Santoian


Ney Matogrosso p/ Sergio Santoian


Miudezas históricas da fotografia:

Os irmãos franceses Jean Niceforo e Claude Niepce são os primeiros a relacionar a imagem realizada com luz e uma câmera escura. Mas eles não foram os únicos investigadores desta atividade, em que pese que foram os únicos a chegar ao fim de esta prática.
Mais tarde, o artista francês Louis Jaques Mandé Daguerre (1789 – 1851) trabalhou, durante anos, em um sistema para conseguir que a luz incidisse sobre uma suspensão de sais de prata, de tal maneira que a escurecesse seletivamente e fosse capaz de produzir a duplicação de alguma cena. Em 1839, Daguerre tinha aprendido a dissolver os sais intatos mediante uma solução de tissulfato de sódio o que permitia gravar permanentemente a imagem.
Mesmo o avanço tendo sido notável, levava de 25 a 30 minutos para tirar uma fotografia, e se houvesse sol. Mas este não era seu principal inconveniente, senão a dificuldade de obter cópias. E foi outro inventor, William Henry Talbot (1800 – 1877), que fazia experiências com o que chamou de calótipos, que superou o problema em 1841. Com seus calótipos obtinham-se negativos que logo deveriam ser passados aos positivos em outras folhas. Em 1844, foi publicado o primeiro livro com fotografias.
A partir de então, as investigações se concentraram em conseguir um papel para os negativos que fosse suficientemente sensível para ser rapidamente impresso. Em 1848, um escultor inglês, Frederick Scott Archer, inventou o processo de colódio úmido. O colódio (composto por partes iguais de éter e álcool numa solução de nitrato e celulose) era empregado como substância ligante para fazer aderir o nitrato de prata fotossensível à chapa de vidro que constituía a base do negativo. A exposição era feita com o negativo úmido (esta é a origem do nome colódio úmido). A revelação tinha de ser feita logo após a tomada da fotografia.
Só depois de alguns avanços científicos foram obtidas fotografias coloridas. Gabriel Lippman foi o primeiro investigador que mediante um complexo método conseguiu fotografar o espectro visível com toda sua riqueza cromática. Os irmãos Lumièretambém contribuíram, mas foram Luis Ducos du Hauron e Carlos Cross as pessoas que criaram um método que consistia na impressão de três negativos através de filtros coloridos em vermelho e azul.
Fontes
Site da Kodak. Acessado em 18 mar. 2009. Disponível em: http://wwwbr.kodak.com/BR/pt/index.shtml


Fotografia Brasileira:
Desde seu nascimento, no século XIX, a fotografia - e os debates que a acompanham - revela uma tensão entre fotodocumentação e foto artística, e, mais claramente, a partir dos anos 1950, entre fotografia figurativa e abstrata. A história da fotografia no Brasil remonta à chegada do daguerreótipo ao Rio de Janeiro, em 1839, e ao francês Hercule Florence (1804 - 1879). Entre 1840 e 1860, o recurso fotográfico difunde-se pelo país. Os nomes de  Victor Frond (1821 - 1881)Marc Ferrez (1843 - 1923)Augusto Malta (1864 - 1957)Militão Augusto de Azevedo (1837 - 1905) eJosé Christiano Júnior (18-- - 1902) se destacam como pioneiros da fotografia entre nós. O valor expressivo e também documental de suas obras, dedicadas ao registro de aspectos variados da sociedade brasileira da época - por exemplo, os escravos de Christiano Júnior, ou a paisagem urbana captada por Militão no Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo, 1862-1887 -, vêm atraindo a atenção de pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento. À fotografia como documento, opõe-se a idéia de fotografia como ramo das belas-artes, uma idéia já em discussão em fins do século XIX. As intervenções no registro fotográfico por meio de técnicas pictóricas foram amplamente realizadas numa tentativa de adaptar o meio às concepções clássicas de arte, no que ficou conhecido como fotopictorialismo. Os anos 1940 são considerados um momento de virada no que diz respeito à construção de uma estética moderna na fotografia brasileira. Trata-se de pensar novas formas de aproximação entre fotografia e artes, longe da trilha aberta pelo pictorialismo. Em São Paulo, no interior do Foto Cine Club Bandeirantes, observa-se a experimentação de uma nova linguagem fotográfica, em trabalhos como os de Thomaz Farkas (1924) e Geraldo de Barros (1923 - 1998). Os trabalhos de Farkas desse período permitem flagrar a preocupação com pesquisas formais, exploração de planos e texturas, além da escolha de ângulos inusitados, como em Escada ao Sol (1946). Geraldo de Barros, por sua vez, notabiliza-se pelas cenas montadas, pelos recortes e desenhos que realiza sobre os negativos. Afinado com o movimento concreto dos anos 1950 e com o Grupo Ruptura, inaugura uma vertente abstrata na fotografia brasileira, como indica sua mostra Fotoformas, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp, em 1950. As sugestões de seu trabalho serão retomadas por novas gerações de fotógrafos no interior da chamada Escola Paulista de fotografia, como nos trabalhos de Anna Mariani (1935) e João Bizarro Nave Filho. O que não quer dizer que o filão figurativo tenha sido abandonado, como atestam as produções de Claudio Puggliese e Eduardo Ayrosa. No Rio de Janeiro, o nome de José Oiticica Filho (1906 - 1964) aparece como outra alternativa à característica documental do meio. O Túnel (1951) representa um exemplo das montagens e da valorização do trabalho em laboratório que tanto atraíram o fotógrafo.
Ainda nas décadas de 1940 e 1950, em que se observa a aproximação da fotografia com as artes plásticas, sob a égide do concretismo e do neoconcretismo, nota-se a franca expansão do fotojornalismo no país, nas revistas O Cruzeiro eMancheteJean Manzon (1915 - 1990)José Medeiros (1921 - 1990), Luís C. Barreto, Flávio Damm (1928) e outros, fizeram da fotografia elemento ativo da reportagem. Além dos profissionais contratados, os órgãos de imprensa se valiam de colaboradores, como Pierre Verger (1902 - 1996) e Marcel Gautherot (1910 - 1996), assíduos em suas páginas. Quanto aos jornais, o Última Hora parece ter sido o primeiro a dar destaque à fotografia, recrutando profissionais como Orlando Brito (1950)Walter Firmo (1937) e Pedro Martinelli (1950). Os anos 1950 marcam ainda o anúncio de um mercado editorial ligado à fotografia, seguido pela criação de revistas especializadas; entre as mais importantes estão a Iris, fundada em 1947, e a Novidades Fotoptica, depois Fotoptica, criada em 1973 por Thomas Farkas. Ao lado da expansão de um mercado para o profissional da fotografia, nos anos 1950 e 1960, observa-se a entrada cada vez mais evidente dos trabalhos fotográficos nos museus e galerias de arte. As décadas de 1960 e 1970, por sua vez, conhecem uma produção crescente que continua a oscilar entre trabalhos de cunho mais documental e outros de caráter experimental. A trilha etnográfica acentuada por Gautherot, Verger e H. Shultz é seguida porMaureen Bisilliat (1931) e Claudia Andujar (1931), em 1960 e 1970, e posteriormente por Milton Guran (1948)Marcos Santilli (1951)Rosa Gauditano (1955). O nome de Sebastião Salgado (1944) deve ser acrescentado à lista. Repórter fotográfico desde a década de 1970, Salgado realiza ensaios temáticos dedicados às questões sociais e políticas candentes, como os da década de 1990: TrabalhadoresSerra PeladaTerra e Êxodos. A realidade social, as cenas urbanas e os pobres conhecem novo tratamento nos trabalhos de Miguel Rio Branco (1946), desde os anos 1980, quando fotografa o cotidiano de Salvador. A explosão de cores, a granulação da imagem e os ângulos inéditos recolocam o problema da relação entre a fotografia e a pintura  As contribuições recentes de Rochelle Costi (1961)Vik Muniz (1961)Arthur Omar (1948)Rosângela Rennó (1962) e Cassio Vasconcellos (1965) e muitos outros apontam para as possibilidades abertas no campo das experimentações fotográficas.
Fonte: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo3787/fotografia-no-brasil

Gostou do que viu? você poderá ser uma dos incentivadores do livro, veja como:
http://www10.vakinha.com.br/VaquinhaE.aspx?e=292175

Perfil do Sergio Santoian:

Quer falar direto com o artista?
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