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Agito Cultural Zona Norte
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Mega dica de hoje! - Corre já para o Teatro Oficina - Bilheteria qualquer valor - Teatro


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Show no Parque da Juventude - 100 anos Saraiva


Show
Não é todo dia que se completa 100 anos de existência. E para comemorar uma data tão significativa, a festa precisa estar à altura. Em 2014, o centenário da Saraiva será celebrado simultaneamente em diversas cidades, e com um grande show em São Paulo. No dia 13 de dezembro, no Parque da Juventude, Titãs e Ana Cañas fazem apresentação gratuita para marcar o dia exato de fundação da Livraria Acadêmica. Os músicos tocarão também com a Orquestra Arte Viva, com regência do maestro Amilson Godoy.
A abertura do show ficará por conta de Zé Vito, vencedor do Prêmio Saraiva na categoria Música. Para o público infantil, serão realizadas oficinas de artes e música, contação  de histórias e muitas brincadeiras.
A festa de 100 anos da Saraiva, porém, não ficará restrita à cidade de São Paulo. Diversas capitais também receberão eventos comemorativos com artistas locais (dessas cidades) com intuito de valorizar a cultura regional. Em Curitiba, o terceiro colocado no Prêmio Saraiva, Rapha Moraes, apresentará repertório do disco La Buena Onda. Adelmo Casé, participante da primeira temporada do programa Fama, comandará o show de Salvador, enquanto Mart’nália faz as honras da edição no Rio de Janeiro. Porto Alegre, Natal, Recife, Fortaleza, Belém e Manaus completam a lista de cidades que participam da celebração.
Confira os shows de 13 dezembro de 2014:
São Paulo – Parque da Juventude
A partir das 14h: atividades para as crianças
A partir das 16h: Titãs, Ana Cañas, Orquestra Arte Viva e Zé Vito


https://www.facebook.com/events/466317630173949


Confira os shows de comemoração dos 100 anos da Saraiva no dia 13 dezembro de 2014:
► São Paulo – Parque da Juventude
► A partir das 14h: atividades para as crianças
► A partir das 16h: TitãsAna Cañas, Orquestra Arte Viva e Zé Vito

Vida minha!

Vida minha!

O palco sempre será o meu espelho.
Uma folha qualquer  e uma caneta, minha forja para os novos textos
Fotografar e ser fotografado a eternitude do meu segundo
Minhas telas meu contemplativo olhar da poesia que há na vida
Minha dança meu grito para o mundo
Meu canto o clamor pela vida que se apresenta
Minha música,  ode ao que de sacro e divino em mim e o meu religar ao etéreo.

Sendo fauno, dragão, alquimista, elfo, pai, jardineiro, homem, menino, filho, marido, amante, companheiro, irmão, amigo, padrinho, tio, sobrinho, ator, artista e tantos outros...

Quero  a beleza
Quero a leveza
Quero a poesia
Vida vasta vida, que os helênicos eu herde a glória eterna

Que lusbeu me presentei com seus maiores galardões em minha coroa e cetro.
Que minha corte seja repleta das mais belas ninfas e faunos e que nela haja todas as musas tenham residência permanente.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Dica de Teatro | Sábado| 29.11 as 21h | Teatro J Safra| Barra Funda


Eis aí um primeiro filho dos dramaturgos do Lá bidê, ao qual tenho o imenso prazer e orgulho de fazer parte e de ter encontrado todos vocês em meu caminho.
Minhas quartas são verdadeiros presentes que a vida tem me presenteado.... Enriquecendo me com conhecimento, este por si só era o bastante, mas estou certo que encontrei pessoas maravilhosas dais quais essas quero levar para minha vida toda!
Que venham mais filhos nossos...
Que os filhos cresçam e deem. frutos e nós nos orgulhemos de nossos filhos e seus frutos!
Juntos podemos, Juntos conseguiremos, Juntos fazemos, Juntos escreveremos, Juntos mudaremos o rumo, Juntos , Juntos...

Dedico este momento primeiramente as mulheres da minha vida da ancestralidade até aqui e especialmente a Silvia Daniela Santos Fasanaro que aguenta o marido mais chato que este país já viu e a minha pequena e linda filha Celine Fasanaro, a maior das obras que eu pude fazer até aqui!
Sem vocês estou certo que não conseguiria fazer nada da minha pequena vida, essa pequena vida de artista, de operário da arte.
Depois agradecer a todos os colegas dramaturgos que de algum modoe não sei quais os motivos me aguentam kkkkk
A Querida e incrível maestrina Cintia Alves, ao mais talentoso e sábio, Anttonio Amoedo, ao guru egipcio e sensivel Jean Caetano, nosso Francisco de Assis, ao caro nobre Frieden Freiheit, ao doce e mais esperto Eduardo Bartolomeu, a elegante, quase Clarice, Janaina SantAna, ao Ead mais presente e com o papo mais interessante Marcus Lago, a Miriam Lima, a destemida e concreta em seus pensamentos. Rogério Favoretto, aquele que preserva o seu texto até a última virgula. Kall Rodrigues, o garoto que ainda não sei o que escrever não conseguimos conversar tanto para e tem a Adelita del Sent, a que ama o titio Silvio a cima de tudo e ela tem uma sócia. S
Se tivermos mais alguém que eu tenha esquecido em por aqui desculpem esse que vos escreve, ele além de um velho, possui dislexia.
Já estou tratando mas ela é muito forte!

Aproveito também o momento para elogiar a iniciativa do Teatro J Teatro J. Safra e toda a equipe de proporcionar e oferecer um projeto tão brilhante como é essa carpintaria de Dramaturgia e a oficina de teatro, que proporciona a produção artistica e o encontro de profissionais incríveis como encontramos.

É bom de bom tom deixar aqui meus elogios ao amigo Maurício Machado que o teatro Teatro J. Safra e toda a sua equipe tenham vida longa e que escrevam uma página na história do teatro na cidade de São Paulo.

Por último e não menos importante ao Edgar Benitez e ao seu elenco que conseguiram milagres artísticos, para levantar o resultado que vocês terão o prazer de conferir neste sábado 29.11 as 21h, estão todos convidados para irem ao teatro e assistirem "Quanto mais preciso de apoio. Mais me surpreende de onde vem..."

Está aí a dica para de teatro para este sábado galerinha....

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Garanta sua vaga em nosso curso de férias de Janeiro 2015.

Garanta sua vaga em nosso curso de férias de Janeiro 2015.
 
- Certificado de conclusão de curso
- Alojamento (vagas limitadas) - R$ 40,00 diária
- Professores de alta qualidade
- Pas-de-deux de Jazz Dance e Ballet de Repertório
- Jazz Dance no Salto
- Técnica Masculina de Jazz Dance
  

E muitas outras novidades...

Um grande abraço,
Equipe Raça.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Mega dica de Shows - Negra Li e Ultraje a Rigor são os destaques do Cultura Livre SP, no Parque da Juventude, dia Divulgação|Foto cedida pela produção, Cultura Livre SP16.11



Realizado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o projeto comemora três anos de shows gratuitos em parques e praças de São Paulo durante a primavera e o verão. Programação gratuita segue até abril de 2015
Divulgação|Foto cedida pela produção, Cultura Livre SP



Transformar parques e praças em espaços culturais é a marca registrada do Cultura Livre SP, projeto da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo que completa três anos em 2014. Desde que surgiu, em 2011, o projeto já apresentou 592 atrações em espaços públicos da capital, para um público de mais de 650 mil pessoas. Entre os destaques do próximo fim de semana, os shows da cantora Negra Li e da banda Ultraje a Rigor.

As principais atrações de domingo (16.11) se concentram no palco do Parque da Juventude. Para quem quiser passar o dia no parque, a primeira atração é o show “Tudo de Novo”, às 15h, do último álbum da Negra Li. Herdeira da soul music de Tim Maia, Hyldon e Sandra de Sá,  “Tudo de Novo” traz a voz poderosa da cantora embalada por letras melódicas e institivas, que a própria cantora define como “falas emocionais”. O público pode esperar por um show fresco com ares de nostalgia. No repertório, canções como “Hoje eu só quero ser feliz”, “Não vá” e “Culto de Amor”, composição de Edgar Scandurra.

No fim da tarde, às 17h, o Cultura Livre SP recebe um dos grupos que marcou o rock nacional nos anos 80, Ultraje a Rigor, com show que reúne os 20 anos de estrada da banda. No repertório, sucessos consagrados que firmaram o estilo irônico das letras e do som, como “Pelado”, “Nós Vamos Invadir sua Praia” e “Eu gosto é de Mulher”, até canções mais românticas, como “A Festa”.
Divulgação|Foto cedida pela produção, Cultura Livre SP

Antes, na sexta-feira (14.11), a cantora Roberta Espinosa se apresenta na Praça da Esperança do Hospital das Clínicas, com o show Homenagem à Tropicália. A carioca, que já se apresentou ao lado de Elza Soares, apresenta a Tropicália com a modernidade e as misturas rítmicas que caracterizam o seu trabalho. No espetáculo, ritmos como baião, samba e soul não ficam de fora em releituras de clássicos como “Wave”, “Menino das Laranjas”, “O Morro não tem vez” e “Garota de Ipanema”.

Depois, na quarta-feira (19.11), o Cultura Livre SP fecha a programação desta semana com o show “Um Passeio pela Benedito Calixto”, de Vitor Lopes e Chorando as Pitangas, às 12h30, também na Praça da Esperança, em frente ao Hospital das Clínicas. Tendo como fonte de inspiração a mais charmosa feira de antiguidades e artesanato de São Paulo, o trabalho é uma homenagem aos artistas populares que dão vida à praça. Com um repertório sofisticado e variado executado com precisão e delicadeza, o Chorando as Pitangas traz um sopro de novidade ao universo da música instrumental brasileira

As apresentações do Cultura Livre SP, todas gratuitas, ocorrem aos domingos no Parque da Juventude, Ecológico do Tietê e Villa Lobos, e às sextas na Praça da Esperança do Hospital das Clínicas. A programação completa está no www.culturalivre.sp.gov.br. O projeto é realizado em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria da Saúde e com a Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos, executado pela APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte. 

Sexta (14.11)
Praça da Esperança do Hospital das Clínicas
12h30 - Homenagem à Tropicália com Roberta Espinosa (música)

Domingo (16.11)
Parque da Juventude
15h - Tudo de Novo - Negra Li (música)
17h - Ultraje a Rigor (música)

Quarta-feira (19.11)
Praça da Esperança do Hospital das Clínicas
12h30 – “Um Passeio pelo Benedito Calixto” - Chorando as Pitangas (música)


Cultura Livre SP
Data: De 12 de outubro a 14 de dezembro

Parque Villa Lobos (Zona Oeste)
Endereço: Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001, Alto dos Pinheiros

Praça da Esperança do Hospital das Clínicas (Zona Oeste)
Endereço: Rua Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255, Cerqueira César
  
Parque da Juventude (Zona Norte)
Endereço: Av.. Zachi Narchi, 1309 – Santana

Parque Ecológico do Tietê (Zona Leste)
Endereço: Rua Guirá Acangatara, 70, Cangaíba
Acessos: pelo km 17 da Rodovia Ayrton Senna sentido SP/RJ), Av. Dr. Assis Ribeiro (altura do número 3.000) e Via Parque (marginal direta da Rod. Ayrton Senna)


Assessoria de Imprensa
Luciana Branco Comunica

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Em homenagem aos 450 anos do nascimento de William Shakespeare (1564-1616)

Em homenagem aos 450 anos do nascimento de William Shakespeare (1564-1616), a SP Escola de Teatro lançou a uma série especial da seção Palavra em Cena, “A lira e o Bardo”, contando com cinco podcasts semanais de cerca de quinze minutos explorando a obra do dramaturgo e poeta inglês.

Com roteiro, direção, sonoplastia e traduções de Mauricio Paroni de Castro e apresentação de Sylvia Soares, a série faz visitas radioteatrais.

Ouça o segundo programa.
http://www.spescoladeteatro.org.br/audios/pl-especial-shakespeare-2-mixdown.mp3
E o primeiro programa.
http://www.spescoladeteatro.org.br/audios/palavra-em-cena-shakespeare-1.mp3

“Música de época, clima elisabetano, cenas, curiosidades e importantes informações sobre como se desenvolveu a dramaturgia, a composição estética, a atuação e a performance do começo de nossa modernidade. Tudo está narrado em linguagem acessível a todas as pessoas interessadas no tetro e na música dessa época mágica do teatro”. 
Immagine in linea 1

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Presenteie quem você ama| Jô Capusso



A super fotografa Jô Capusso, uma das maiores fotografas da cidade, que fotografa grandes artistas e celebridades e claro a mim também. Já clicou nomes como Paulo Outran, Otavio Martins, Renata Brás, Chico Fernandes, Eduardo Chagas, Mario Bortolotto e tantos outros nomes.
Quanto a mim ela pode me chamar para pular de um penhasco que vou fazer a procura do click perfeito, nela sempre me entrego no seu estúdio para me deixar ser fotografado, ele sempre nos deixa sentir os seres mais belos do mundo e isso se perpetua em suas fotografias.



O estúdio está sendo aberto com um projeto belíssimo para o Natal, você poderá presentear alguém que ama com um presente  do estúdio.
Leve a pessoa que você ama para ser eternizada pelas lentes fotográficas dessa fotografa talentosa.

Veja como e faça já sua reserva pois acredite que não irá durar muito para ter uma fila imensa querendo ser fotografada por ela.







Conheça um pouco mais da Jô Capusso, acessando o site e conferindo seus principais trabalhos!



E aí você que curta as fotos que normalmente eu posto aqui da fotografaJo Capusso, está rolando um projeto bem bacana!

E aí você que curte as fotos que normalmente eu posto aqui da fotografaJo Capusso, está rolando um projeto bem bacana!
Você poderá presentear no natal quem você ama com um ensaio fotografico para ela + fotolivro...
Olha que massa..
Veja como fazer reservas pois háverá limite de reservas.... garanta o seu...vai valer muito apena!

Em homenagem aos 450 anos do nascimento de William Shakespeare (1564-1616)



Em homenagem aos 450 anos do nascimento de William Shakespeare (1564-1616), a SP Escola de Teatro apresenta uma série especial da seção Palavra em Cena, “A lira e o Bardo”, contando com cinco podcasts semanais de cerca de quinze minutos explorando a obra do dramaturgo e poeta inglês.

Imperdível Sylvia Soares e a turma toda da equipe da SP Escola de Teatro, arrebentando com uma nova série no Palavra em Cena - Rendendo homenagens masi que merecida as comemorações dos 450 anos de William Shakespeare.
Mauricio Paroni de Castro cria e recria odes fonográficas e esta série está imperdível pois além de ter a poesia do Shakespeare, há uma aula fabulosa na voz de Sylvia Soares e uma trilha sonora incrível.
Corre para ouvir o que está aidna fazendo lendo o meu post, que ainda não está o site da SP ouvindo o primeiro episódio?!

Pré Estreia| do Filme Torneranno i Prati de Ermanno Olmi

Pré Estreia| do Filme Torneranno i Prati de Ermanno Olmi


Ambientado durante a Primeira Guerra Mundial, o filme de Ermanno Olmi, "Torneranno i Prati", terá uma pré-estreia mundial em mais de 100 países nesta terça-feira (04). O filme será também transmitido em uma sessão do Cine Livraria Cultura, em São Paulo, às 19 horas. O lançamento oficial ocorre no dia 6 de novembro.
Tivemos o enorme prazer de está na pré- estreia do filme, ele foi dedicado ao pai de Olmi,  que com 19 anos foi soldado nas trincheiras da grande guerra, servil como atirador de elite nos combates. Em lembrança do centenário da Grande Guerra, o evento sem precedentes na história do cinema italiano será um "mensageiro da paz", na qual Olmi se faz o porta-voz. O diretor destacou que queria que "este filme fosse mais que bonito. Fosse útil contra a guerra".
A ideia de transmitir para tantos países foi capitaneada pela Presidência do Conselho dos Ministros e pelo Ministério das Relações Exteriores - com a colaboração da Rai Cinema. O evento especial está sendo organizado pelas Embaixadas, Consulados e Institutos de Cultura italiana em vários países e também será exibido para as tropas de paz italianas que atuam no Afeganistão, no Kosovo e no Líbano. Paris, Londres, Pequim, Tóquio, Washington, Nova York, Moscou, Tel Aviv, Bogotá são algumas das cidades nos cinco continentes que transmitirão o filme. Com a presença de comunidade italiana em peso,  claro que nós estávamos também. O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, junto com outros membros do governo italiano e do corpo diplomático também acompanharão a estreia do filme nesta terça-feira.
O filme mostra a dura realidade de uma trincheira na guerra e toda a crueldade nefasta que é ela.
Mas além de documentar,  relembrar,  para que nunca seja esquecido e se repita, eu vejo  como ex militar uma arbitrariedade de ordem superiores de um major que nunca saiu de sua mesa, mas que isso o filme minuciosamente relata e nos traz a delicadeza  e a humanidade de um pelotão que a meses estão aquartelados sob o comando de um capitão em uma trincheira sob mais de quatro metros de neve do rigoroso inverno. Que o único sentimento de todos era manter se vivos, com aqueles que ali estavam e poder voltar para suas famílias e seus amados ao fim da famigerada guerra.
Ali nasceram relações, amizades carinhosas, além de jovens heróis. Alguns soldados  talvez nem soubessem ao certo porque tinham que está guerreando (*motivações politicas e comercias), mas com o espírito de patriotas defendiam seu país e tentavam com todas as suas forças permanecerem  firmes conquistando aquele pequeno território para garantir uma nação melhor para os seus.

O capitão e muitos outros soldados  já estavam doentes,  vítimas de uma peste que vinha  dos Balcãs, resultando em febres altas, delírios e os enfraquecendo. s outros em um esforço sobre humano tentavam cuidar deles, mesmo com as condições insipidas que se encontravam e continuavam na epopéia da sobrevivência.
Em meio a todo esse caos da guerra, um outro soldado, cumprindo seu horário de sentinela da hora, na madruga fria cantava e o poder de sua música fez por pouco tempo os dois lados da guerra sentir um momento de paz e a arte se sobrepujou ao conflito e eles tiveram conseguiam de vivenciar enquanto ele cantava, tiveram momentos de prazer,  talvez um dos parcos prazeres, que naquelas circunstâncias  poderiam,  se é que podemos  falar de prazer! Além do mais, amizades inusitadas surgiam também, como o filme nos mostra, um dos soldados em sua solitária insônia partilha seu único pedaço de pão sovado com um rato,  seu companheiro de momento.
Mas  ligações de amizade e valores  intensas, acontecerá  quando chegam a trincheira um major e um tenente recém promovido, vindo do quartel general  com ordens para que o pelotão avance mais a nordeste e conquistem território.  Sendo que a metros da li está a trincheira inimiga dos austriacos com mira e poder bélico maior voltada para eles e sair da trincheira significaria a morte. O Major aproveitando da doença e fragilidade do capitão então comandante direto no pelotão, começou a comandar e enviar os soldados para a morte. O filme neste momento reserva ao espectador cenas incríveis de atuações emocionantes que  este artigo não irá desvendar para que nossos leitores  possam ficar com a curiosidade aguçada para assistirem.
Assim o blog A Cultura da Zona Norte SP, acredita que o desejo do diretor, filho de um ex-combatente será cumprido o filme será certamente um porta voz contra a guerra que “é uma besta feia que viaja pelo mundo e nunca para”, recomendamos que todos corram para assistir o filme pois ele é uma lição sobre relações humanas,  há poesia se tratando da substância mais profunda que habita em nós “humanidade”, é um belo relato histórico da primeira grande guerra.
 

Miudezas: 

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918)
Vários problemas atingiam as principais nações européias no início do século XX. O século anterior havia deixado feridas difíceis de curar. Alguns países estavam extremamente descontentes com a partilha da Ásia e da África, ocorrida no final do século XIX. Alemanha e Itália, por exemplo, haviam ficado de fora no processo neocolonial. Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor. A insatisfação da Itália e da Alemanha, neste contexto, pode ser considerada uma das causas da Grande Guerra. 
Vale lembrar também que no início do século XX havia uma forte concorrência comercial entre os países europeus, principalmente na disputa pelos mercados consumidores. Esta concorrência gerou vários conflitos de interesses entre as nações. Ao mesmo tempo, os países estavam empenhados numa rápida corrida armamentista, já como uma maneira de se protegerem, ou atacarem, no futuro próximo. Esta corrida bélica gerava um clima de apreensão e medo entre os países, onde um tentava se armar mais do que o outro.

Existia também, entre duas nações poderosas da época, uma rivalidade muito grande. A França havia perdido, no final do século XIX, a região da Alsácia-Lorena para a Alemanha, durante a Guerra Franco Prussiana. O revanchismo francês estava no ar, e os franceses esperando uma oportunidade para retomar a rica região perdida.
O pan-germanismo e o pan-eslavismo também influenciou e aumentou o estado de alerta na Europa. Havia uma forte vontade nacionalista dos germânicos em unir, em apenas uma nação, todos os países de origem germânica. O mesmo acontecia com os países eslavos.

O início da Grande Guerra
O estopim deste conflito foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, durante sua visita a Saravejo (Bósnia-Herzegovina). As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante de um grupo Sérvio chamado mão-negra, contrário a influência da Áustria-Hungria na região dos Balcãs. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e, no dia 28 de julho de 1914, declarou guerra à Servia.
Política de Alianças
Os países europeus começaram a fazer alianças políticas e militares desde o final do século XIX. Durante o conflito mundial estas alianças permaneceram. De um lado havia a Tríplice Aliança formada em 1882 por Itália, Império Austro-Húngaro e Alemanha ( a Itália passou para a outra aliança em 1915). Do outro lado a Tríplice Entente, formada em 1907, com a participação de França, Rússia e Reino Unido.
O Brasil também participou, enviando para os campos de batalha enfermeiros e medicamentos para ajudar os países da Tríplice Entente.
Desenvolvimento
As batalhas desenvolveram-se principalmente em trincheiras. Os soldados ficavam, muitas vezes, centenas de dias entrincheirados, lutando pela conquista de pequenos pedaços de território. A fome e as doenças também eram os inimigos destes guerreiros. Nos combates também houve a utilização de novas tecnologias bélicas como, por exemplo, tanques de guerra e aviões. Enquanto os homens lutavam nas trincheiras, as mulheres trabalhavam nas indústrias bélicas como empregadas.
Fim do conflito
Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância : a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entente, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada,  perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o início da Segunda Guerra Mundial.
A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos. 
De cima para baixo e da esquerda para a direita: Trincheiras na Frente Ocidental; o avião bi-planador Albatros D.III; um tanque britânico Mark I cruzando uma trincheira; uma metralhadora automática comandada por um soldado com uma máscara de gás; o afundamento do navio de guerra Real HMS Irresistible após bater em uma mina.

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terça-feira, 4 de novembro de 2014

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Em plena comemoração dos 450 anos de Willian Shakespeare - Sergio Santoian o Homenageia com Ophelia Project




Queridos leitores do nosso blog, A Cultura da Zona Norte, aqui vocês verão com exclusividade, um pouco do resultado da homenagem poética, doce, fugaz e audaciosa. que o fotografo Sergio Santoian fez para a comemoração dos 450 anos de Shakespeare.


Sergio hoje mora no Rio de Janeiro, nascido em 18 de novembro de 1984, regido por Marte e pela deusa egípcia Hathor, deusa do amor. A arte do Sergio apresenta muito bem seus predicados como artista e sua sagacidade, além de fotografar grandes celebridades como Ney Matogrosso, Miguel Falaballa entre outros artistas, o projeto vai virar livro e vocês podem fomentar o livro, há uma vaquinha eletrônica que nossos leitores poderão patrocinar o livro:


Vejam algumas fotos incríveis do Sergio Santoian:

O Projeto que  homenageia os 450 anos do William Shakespeare, possui uma poesia na arte de eternizar instantes, que deixa o seu espectador embasbacado com tamanha beleza e doçura em cada uma das personagens fotografadas para o Ophelia Project ...





“Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos.” – Ansel Adams










“A beleza pode ser vista em todas as coisas, ver e compor a beleza é o que separa a simples imagem da fotografia” – Matt Hardy



 Segundo o pensamento de Ansel Adams, estamos certos que o Sergio, não apenas usa sua máquina, ele sim leu muitos bons livros, assistiu muitos bons filmes, ouve muitas boas músicas e sim ama demais as pessoas, está o resultado disso em suas fotos incríveis, vê-las causa em mim como apreciador e espectador a vontade imensa de também ser eternizado por ele em sua lente.


"O Sergio visualiza e compoe fotos realmente incríveis"
Pedro Zacarias


Você não captura uma fotografia, você a faz” – Ansel Adams
 


 "A primeira descrição de algo parecido com uma máquina fotográfica foi escrita por um árabe, Alhaken de Basora, que viveu há aproximadamente 1000 anos. Ele descobriu como se formavam as imagens no interior de sua tenda quando a luz do sol passava pelas frestas do tecido. Assim foram relatados os princípios do que viria a ser a câmera fotográfica".
 Após 1.000 anos até chegarmos ao Sergio em 2014, a fotografia e a arte de etrenizar miléssimos de segundos passou por grandes transformações e tipos de equipamentos ...
Hoje temos muito a contar dessa história dos antepassados alquimistas que trabalharam com a poesia de eternizar momentos e por conta deles temos um artistas da grandeza do Santoian, para nos brindar com a delicadeza de seu click.

"Câmera significa pequeno quarto. Mais tarde, a câmera escura, quando não existia a fotografia, era um artifício empregado para conseguir imagens projetadas desde o exterior e cujas siluetas eram desenhadas na referida câmera escura. Sua existência é conhecida desde o século XVI, quando artistas como Leonardo Da Vinci e outros pintores a usavam para desenhar".






Hoje é certo afirmar que da "câmara escura", Sérgio extrai verdadeiras obras primas para o Ophelia Project.






"No século XVII, as câmeras escuras deixam de ser grandes e passaram a ser móveis, desmontáveis e semiportáteis. Desenhar com luz, este, na verdade, era a utilidade destes objetos, por isso o significado etimológico das palavras gregas: foto (luz) e grafein (desenhar).
Os irmãos franceses Jean Niceforo e Claude Niepce são os primeiros a relacionar a imagem realizada com luz e uma câmera escura. Mas eles não foram os únicos investigadores desta atividade, em que pese que foram os únicos a chegar ao fim de esta prática".
No Ophelia, ele não nos presenteia apenas com imagens congeladas, são verdadeiros desenhos com a luz da substância mais profunda das personagens Shakespeareanas, o que a de mais humano e inerente a nós espectadores, os desenhos nos tocam com suas dores, anceios, delicadezas, delirios, dores e prazeres, sonhos e seus desejos. 
"Dormir, dormir ... Talvez sonhar..."
(Hamlet, W. Shakespeare)
“Não sujes a fonte onde aplacaste tua sede.”
E por aqui na terra Brasilis graças ao francês Hercule Florence (1804 - 1879). Entre 1840 e 1860, o recurso fotográfico difunde-se pelo país. Os nomes de  Victor Frond (1821 - 1881), Marc Ferrez (1843 - 1923), Augusto Malta (1864 - 1957), Militão Augusto de Azevedo (1837 - 1905) eJosé Christiano Júnior (18-- - 1902) se destacam como pioneiros da fotografia entre nós. Ainda muito no escopo documental eles são os alquimistas precusores da fotografia até ela chegar no Santoian de forma brilhante.






"Duvida da luz dos astros, De que o sol tenha calor, Duvida até da verdade, Mas confia em meu amor".
       (Willian Shakespeare)

                                                             
“Nem palavras duras e olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas têm espinhos e, no entanto, colhem-se.”  





"É melhor ser rei de teu silêncio do que escravo de tuas palavras.”
   




“Se não recordas a mais ligeira loucura que o amor te fez cometer, não amaste.” 




“Ser ou nao ser? Eis a questão.”
“A raiva é um veneno que bebemos esperando que os outros morram.” 
W. Shakespeare




“Um homem que não se alimenta de seus sonhos, envelhece cedo.” 





“Dê a todas pessoas seus ouvidos, mas a poucas a sua voz.” 







“Qualquer um pode dominar um sofrimento, exceto o que o sente.” 




“O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos.”




                                    
“Se eu pudesse descrever a beleza dos teus olhos e enumerar teus atributos em épocas vindouras... diriam: o poeta mente! A Terra jamais foi acariciada por tal toque divino.” 
“Não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.” 






“Aprendi que as oportunidades nunca 
são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.” 









“Aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...” 






“Se a música é o alimento do amor não parem de tocar. Dêem-me música em excesso; tanta que, depois de saciar, mate de náusea o apetite.” 




“Se quisesses saber como vivem os peixes no mar, é como os homens na terra: os grandes comem aos pequenos.” 




"Há algo de podre no reino da dinamarca". 
        (Hamlet, W. Shakespeare)













 “Atiramos o passado ao abismo, mas não nos inclinamos para ver se está bem morto.” 




“Considero o mundo por aquilo que ele é, Graciano: / Um palco em que cada um deve recitar um papel, / e o meu é um papel triste.” 








“Nossas Duvidas São Traidoras e nos fazem perder oque seria nosso pelo simples medo de Tentar” 



“A coragem cresce com a ocasião.” 




“A vida é enfadonha como uma história contada duas vezes.” 





/



“Um fogo devora um outro fogo. Uma dor de angústia cura-se com outra.” 
Hamlet
Autor: Willian Shakespeare

Hamlet é uma das peças de teatro mais famosas de Shakespeare. Foi escrita entre 1600 e 1602 e impressa pela primeira vez em 1603.


Para Hamlet a existência tornara-se insuportável desde que o espectro do seu pai recentemente morto apareceu-lhe numa noite assombrada no alto da torre do castelo. O fantasma, tétrico, reclamava desforra. Contou ao filho que um crime ignominioso o vitimara. Seu próprio irmão, o rei Cláudio, o matara. Atordoou-se o príncipe. Seu lar abrigava a traição e a maldade! A serpente acoitara-se na sua própria família. O mundo era injusto. O assassino, seu tio, não só usurpara o trono como arrastara sua mãe, a rainha Gertrudes, para um casamento feito às pressas, onde, suprema ignomia, serviram-se ;-os manjares; que, um pouco antes, ainda mal esfriados, tinham sido oferecidos -;na refeição fúnebre. Algo deveria ser feito. Faltava porém a Hamlet o talento para a ação. O máximo que conseguiu de imediato, além de aferrar-se ao luto e ao mau humor, foi entregar-se especulativamente à vingança.

A Mais bem sucedida da História

Hamlet é certamente a mais bem-sucedida história de vingança levada aos palcos. Ela, desde o início, coloca o público ao lado do jovem príncipe porque o ato da vingança, que Francis Bacon definiu como uma - forma selvagem de fazer justiça, sempre seduziu o a todos. Hamlet sente-se pois um reparador de uma injustiça, um homem com uma missão. A ela irá dedicar todos os momentos da sua vida, mesmo que tenha que sacrificar seu amor por Ofélia e ainda ter que tirar a vida de outras pessoas. Talvez seja essa obsessão, essa monomania que toma conta dele desde as primeiras cenas do primeiro ato, que eletrize os espectadores e faça com que eles literalmente bebam todas as palavras do príncipe vingador -; Hamlet é o personagem que mais fala na obra de Shakespeare, recita 1.507 linhas.

“As paixões ensinaram a razão aos homens.” 






“todos nos choramos ao nascer,por que chegamos a este imenso cenario de dementes” 



 “Você não fotografa com sua máquina. Você fotografa com toda sua cultura.” – Sebastião Slagado





Toda a cultura do Sergio está explicita nesse ensaio fabuloso que desnuda a alma humana e a alma do próprio Shakespeare e seus personagens.






                             




“Os que muito falam, pouco fazem de bom.” 


“Somos do mesmo material do que se tecem os sonhos, nossa pequena vida está rodeada de sonhos.” 





“O Amor nao é considerado um erro ,mas sim algo inevitavel.Por que se existe alguem que passou na vida e nao amou ,nao viveu só passou.” 







“Um homem nunca está liquidado até ser enforcado.” 



“A verdade é que no céu e na terra há mais coisas do que aquelas com que pode sonhar a nossa vã filosofia” 




“Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.” 


“Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente.”






“Razões fortes originam ações fortes.” 





“O louco, o amoroso e o poeta estão recheados de imaginação.” 








“Não basta apenas soerguer os fracos; devemos ampará-los depois.”













“A mágoa altera as estações e as horas de repouso, fazendo da noite dia e do dia noite.”


  “O escritor e o fotógrafo utilizam as mesmas ferramentas, mas enquanto um descreve uma imagem com mil palavras o outro descreve mil palavras com uma imagem.” – Jefferson Luiz Maleski










“O amor dos jovens não está no coração, mas nos olhos.” 




“Meus olhos viraram pintores, e com isso esboçaram a beleza de tuas formas nas telas do meu coração” 




“Se fazer fosse tão fácil quanto saber o que seria bom fazer, as capelas seriam igrejas, e as choupanas dos pobres, palácios de príncipes.” 
“Eu aprendi que para se crescer como pessoa é preciso me cercar de gente mais inteligente do que eu.” 
Miguel Falabella p/ Ségio Santoian


Ney Matogrosso p/ Sergio Santoian


Miudezas históricas da fotografia:

Os irmãos franceses Jean Niceforo e Claude Niepce são os primeiros a relacionar a imagem realizada com luz e uma câmera escura. Mas eles não foram os únicos investigadores desta atividade, em que pese que foram os únicos a chegar ao fim de esta prática.
Mais tarde, o artista francês Louis Jaques Mandé Daguerre (1789 – 1851) trabalhou, durante anos, em um sistema para conseguir que a luz incidisse sobre uma suspensão de sais de prata, de tal maneira que a escurecesse seletivamente e fosse capaz de produzir a duplicação de alguma cena. Em 1839, Daguerre tinha aprendido a dissolver os sais intatos mediante uma solução de tissulfato de sódio o que permitia gravar permanentemente a imagem.
Mesmo o avanço tendo sido notável, levava de 25 a 30 minutos para tirar uma fotografia, e se houvesse sol. Mas este não era seu principal inconveniente, senão a dificuldade de obter cópias. E foi outro inventor, William Henry Talbot (1800 – 1877), que fazia experiências com o que chamou de calótipos, que superou o problema em 1841. Com seus calótipos obtinham-se negativos que logo deveriam ser passados aos positivos em outras folhas. Em 1844, foi publicado o primeiro livro com fotografias.
A partir de então, as investigações se concentraram em conseguir um papel para os negativos que fosse suficientemente sensível para ser rapidamente impresso. Em 1848, um escultor inglês, Frederick Scott Archer, inventou o processo de colódio úmido. O colódio (composto por partes iguais de éter e álcool numa solução de nitrato e celulose) era empregado como substância ligante para fazer aderir o nitrato de prata fotossensível à chapa de vidro que constituía a base do negativo. A exposição era feita com o negativo úmido (esta é a origem do nome colódio úmido). A revelação tinha de ser feita logo após a tomada da fotografia.
Só depois de alguns avanços científicos foram obtidas fotografias coloridas. Gabriel Lippman foi o primeiro investigador que mediante um complexo método conseguiu fotografar o espectro visível com toda sua riqueza cromática. Os irmãos Lumièretambém contribuíram, mas foram Luis Ducos du Hauron e Carlos Cross as pessoas que criaram um método que consistia na impressão de três negativos através de filtros coloridos em vermelho e azul.
Fontes
Site da Kodak. Acessado em 18 mar. 2009. Disponível em: http://wwwbr.kodak.com/BR/pt/index.shtml


Fotografia Brasileira:
Desde seu nascimento, no século XIX, a fotografia - e os debates que a acompanham - revela uma tensão entre fotodocumentação e foto artística, e, mais claramente, a partir dos anos 1950, entre fotografia figurativa e abstrata. A história da fotografia no Brasil remonta à chegada do daguerreótipo ao Rio de Janeiro, em 1839, e ao francês Hercule Florence (1804 - 1879). Entre 1840 e 1860, o recurso fotográfico difunde-se pelo país. Os nomes de  Victor Frond (1821 - 1881)Marc Ferrez (1843 - 1923)Augusto Malta (1864 - 1957)Militão Augusto de Azevedo (1837 - 1905) eJosé Christiano Júnior (18-- - 1902) se destacam como pioneiros da fotografia entre nós. O valor expressivo e também documental de suas obras, dedicadas ao registro de aspectos variados da sociedade brasileira da época - por exemplo, os escravos de Christiano Júnior, ou a paisagem urbana captada por Militão no Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo, 1862-1887 -, vêm atraindo a atenção de pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento. À fotografia como documento, opõe-se a idéia de fotografia como ramo das belas-artes, uma idéia já em discussão em fins do século XIX. As intervenções no registro fotográfico por meio de técnicas pictóricas foram amplamente realizadas numa tentativa de adaptar o meio às concepções clássicas de arte, no que ficou conhecido como fotopictorialismo. Os anos 1940 são considerados um momento de virada no que diz respeito à construção de uma estética moderna na fotografia brasileira. Trata-se de pensar novas formas de aproximação entre fotografia e artes, longe da trilha aberta pelo pictorialismo. Em São Paulo, no interior do Foto Cine Club Bandeirantes, observa-se a experimentação de uma nova linguagem fotográfica, em trabalhos como os de Thomaz Farkas (1924) e Geraldo de Barros (1923 - 1998). Os trabalhos de Farkas desse período permitem flagrar a preocupação com pesquisas formais, exploração de planos e texturas, além da escolha de ângulos inusitados, como em Escada ao Sol (1946). Geraldo de Barros, por sua vez, notabiliza-se pelas cenas montadas, pelos recortes e desenhos que realiza sobre os negativos. Afinado com o movimento concreto dos anos 1950 e com o Grupo Ruptura, inaugura uma vertente abstrata na fotografia brasileira, como indica sua mostra Fotoformas, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp, em 1950. As sugestões de seu trabalho serão retomadas por novas gerações de fotógrafos no interior da chamada Escola Paulista de fotografia, como nos trabalhos de Anna Mariani (1935) e João Bizarro Nave Filho. O que não quer dizer que o filão figurativo tenha sido abandonado, como atestam as produções de Claudio Puggliese e Eduardo Ayrosa. No Rio de Janeiro, o nome de José Oiticica Filho (1906 - 1964) aparece como outra alternativa à característica documental do meio. O Túnel (1951) representa um exemplo das montagens e da valorização do trabalho em laboratório que tanto atraíram o fotógrafo.
Ainda nas décadas de 1940 e 1950, em que se observa a aproximação da fotografia com as artes plásticas, sob a égide do concretismo e do neoconcretismo, nota-se a franca expansão do fotojornalismo no país, nas revistas O Cruzeiro eMancheteJean Manzon (1915 - 1990)José Medeiros (1921 - 1990), Luís C. Barreto, Flávio Damm (1928) e outros, fizeram da fotografia elemento ativo da reportagem. Além dos profissionais contratados, os órgãos de imprensa se valiam de colaboradores, como Pierre Verger (1902 - 1996) e Marcel Gautherot (1910 - 1996), assíduos em suas páginas. Quanto aos jornais, o Última Hora parece ter sido o primeiro a dar destaque à fotografia, recrutando profissionais como Orlando Brito (1950)Walter Firmo (1937) e Pedro Martinelli (1950). Os anos 1950 marcam ainda o anúncio de um mercado editorial ligado à fotografia, seguido pela criação de revistas especializadas; entre as mais importantes estão a Iris, fundada em 1947, e a Novidades Fotoptica, depois Fotoptica, criada em 1973 por Thomas Farkas. Ao lado da expansão de um mercado para o profissional da fotografia, nos anos 1950 e 1960, observa-se a entrada cada vez mais evidente dos trabalhos fotográficos nos museus e galerias de arte. As décadas de 1960 e 1970, por sua vez, conhecem uma produção crescente que continua a oscilar entre trabalhos de cunho mais documental e outros de caráter experimental. A trilha etnográfica acentuada por Gautherot, Verger e H. Shultz é seguida porMaureen Bisilliat (1931) e Claudia Andujar (1931), em 1960 e 1970, e posteriormente por Milton Guran (1948)Marcos Santilli (1951)Rosa Gauditano (1955). O nome de Sebastião Salgado (1944) deve ser acrescentado à lista. Repórter fotográfico desde a década de 1970, Salgado realiza ensaios temáticos dedicados às questões sociais e políticas candentes, como os da década de 1990: TrabalhadoresSerra PeladaTerra e Êxodos. A realidade social, as cenas urbanas e os pobres conhecem novo tratamento nos trabalhos de Miguel Rio Branco (1946), desde os anos 1980, quando fotografa o cotidiano de Salvador. A explosão de cores, a granulação da imagem e os ângulos inéditos recolocam o problema da relação entre a fotografia e a pintura  As contribuições recentes de Rochelle Costi (1961)Vik Muniz (1961)Arthur Omar (1948)Rosângela Rennó (1962) e Cassio Vasconcellos (1965) e muitos outros apontam para as possibilidades abertas no campo das experimentações fotográficas.
Fonte: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo3787/fotografia-no-brasil

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